
Hoje em dia estamos já muito longe desses objectos, por sua vez tornados raros e valiosos pela passagem do tempo e a evolução das técnicas.
Quando se discute o eventual fim do livro impresso, substituído pelas novas tecnologias e suportes digitais, só teremos todos a ganhar se estendermos a mão para um desses objectos que o dicionário define como: "reunião de cadernos, manuscritos ou impressos, cosidos ordenadamente, formando um volume encadernado ou brochado; obra literária ou científica, em prosa ou verso".
E acrescenta algumas expressões: livro de ouro – aquele em que se regista o nome das pessoas que contribuíram para um determinado fim altruístico, ou de visitantes ilustres; livro de caixa – livro que serve para registar as entradas e saídas de fundos; livro-diário – livro em que se regista o débito e o crédito das transações diárias; ser um livro aberto
– ser franco, leal, não ter segredos.
a trabalhos nesse campo), o livro branco (é um prolongamento do trabalho apresentado pelo livro branco), o livro amarelo (apresenta regras de funcionamento ou é um livro de reclamações)... todos com funções e significados diferentes.Também pode ser obra de arte
e transformar-se numa sala: até ao dia 27 deste mês, ainda vão a tempo de dar um salto ao Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, para verem que a Bruxa está a falar a sério!
E aqui têm uma das casas dos livros mais bonitas que a Bruxa conhece: a biblioteca joanina da Universidade de Coimbra. 
O livro tem ainda utilidades várias, que ultrapassam a leitura: ora vejam lá esta hipótese!
Mas o certo, certo, é que o livro é sempre uma companhia, uma porta para a fantasia e uma fonte de saber. ‘bora lá ler um livro!












































