Muitos de vocês vêm de cantos diferentes do país e não só e sabem certamente muita coisa interessante ligada ao Natal. Vá lá... colaborem nesta iniciativa. Tal como em anteriores iniciativas, os melhores esforços serão compensados.Fico à espera...
Um livro de receitas para os alunos da escola ali para os lados da Amoreira.
Muitos de vocês vêm de cantos diferentes do país e não só e sabem certamente muita coisa interessante ligada ao Natal. Vá lá... colaborem nesta iniciativa. Tal como em anteriores iniciativas, os melhores esforços serão compensados.

prazer trabalhar convosco e tenho a certeza de que nos vamos encontrar por aí.


Os ingleses, que têm palavras para tudo, têm uma palavra para o medo fóbico do número 13 ou de datas como a de hoje: dia 13, sexta-feira. A palavra é triskaidekaphobia e pode ser que exista em português, mas a Bruxa não encontrou a solução, apesar dos vários catarpácios consultados. Por isso, ela aqui fica no original. Se alguém encontrar a tradução, a Bruxa agradece a ajuda…

Andam os aprendizes da escola lá para os lados da Amoreira atarefados com tachos, panelas, fogões e fornos, anda a Bruxa a ver se ensina algumas coisas ligadas à cozinha e à arte de preparar alimentos, e não é que a Sábado de 21 de Junho publica um artigo a dizer que o que está a dar é comer tudo cru?
e ao peixe (marisco, neste caso).
Atenção! Muita atenção! A Bruxa está em condições de anunciar os vencedores do Grandioso Concurso de Adivinhas e Provérbios!
Bom, aprendizes, a meta está à vista. A luzinha ainda é pequena, mas existe: 25 de Julho. Há que nos concentrarmos nela!
Uma conhecida firma de produtos frutícolas transformados lançou o projecto de criação de um
Dia Nacional da Fruta a celebrar no dia 27 de Junho de cada ano. O objectivo: divulgar e promover o consumo de fruta, visto que, segundo dados da OMS, os portugueses comem apenas 36% da fruta diariamente recomendada.
Juntamente com a instauração do dia Nacional da Fruta a firma pretende criar o "Parque da Fruta" onde se pretende divulgar a importância do consumo de fruta junto dos mais novos.
A Bruxa junta-se à iniciativa e apela ao consumo de fruta, pois é extremamente saudável e é uma excelente alternativa ao consumo de outros alimentos, cujo fabrico e produção são muito mais prejudiciais para o ambiente.
Se para tal é preciso instaurar o dia Nacional da Fruta, que se instaure. Para ajudar, podem ir aqui e assinar a petição. São necessárias 4000 assinaturas. Colaborem, não dói. 
1540 – Os primeiros europeus a verem uma batata foram Pedro de Cieza de Leon (1518–1560), conquistador espanhol, e os seus companheiros. Sendo também historiador, deixou umas Crónicas do Peru (1540) em que conta:
Em França. Como noutros lugares, a batata foi acusada de provocar não só a lepra como também a sífilis, a narcose (vão ao dicionário!), a escrófula, a morte precoce, a esterilidade e uma sexualidade descontrolada. Consideravam também que destruía os solos. Gerou-se tanta oposição à batata que em Besançon, se publicou o seguinte édito:
1771 - Antoine-Augustin Parmentier (1737-1813), químico militar e botânico francês, ganhou um concurso patrocinado pela Academia de Besançon para encontrar um alimento “capaz de reduzir as calamidades da fome” com o seu estudo sobre a batata intitulado Exame Químico da Batata. Diz a história que foi feito prisioneiro pelos prussianos e que foi forçado a sobreviver com uma dieta de batatas. Também veio a servir banquetes em que todos os pratos tinham batata. Há muitas receitas que ainda têm o seu nome.
Em 1785, Parmentier persuadiu Louis XVI, rei de França, a encorajar o cultivo da batata. O rei permitiu que ele fizesse uma grande plantação mesmo às portas de Paris, plantação que foi guardada por soldados armados.
Este facto despertou a curiosidade popular e as pessoas concluíram que uma coisa que estava tão fortemente guardada deveria ser valiosa. Uma noite, Parmentier deu folga aos soldados e os lavradores da zona, como ele já esperava, foram ao campo, roubaram as batatas e plantaram-nas nas suas propriedades. A partir daí, o hábito de plantar e comer batatas generalizou-se. Diz-se que Maria Antonieta usava muitas vezes flores de batateira no cabelo. Seguindo o exemplo da rainha, muitas damas usavam-nas também.